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"Jumento-zebra" nasce em zoológico da Geórgia

Uma “jumento-zebra” – caso raro de cruzamento entre uma zebra macho e um jumento fêmea – nasceu em 21 de julho em um zoológico da Geórgia e está atraindo visitantes de diversos países.

Batizada de “Pippi Longstocking” em homenagem à personagem criada pela escritora sueca Astrid Lindgren, a “jumento-zebra” filhote tem pernas listradas como o pai, “Zeke”, e o corpo marrom como a mãe, “Sarah”.

“Jumento-zebras são extremamente raros e estamos muito animados com o nascimento dela”, afirma nota da Reserva de Vida Selvagem “Chestatee”, localizada próximo à cidade de Dahlonega, na Geórgia. “Mãe e filhote passam bem e estão em exibição em uma espaçosa área de pastagem”.

C. W. Wathen, dono do parque, contou à rede americana CNN que turistas de países como França e Reino Unido estão chegando para conhecer o animal. “As pessoas que chegam aqui não conseguem acreditar no que encontram”, afirmou.

Segundo o veterinário da reserva, Ben Benson, os animais ali dividem o mesmo pasto há anos, mas esta é a primeira vez que se tem notícia deste tipo de cruzamento.

“Nunca pensamos que teríamos uma jumento-zebra", conta Warthen. "Eu acho que isso vem pra mostrar que tudo é possível”.




'Hugo Chávez late mais do que morde' diz Amorim a americanos (WikiLeaks)
Em correspondência secreta divulgada pelo site WikiLeaks e publicadas neste domingo pelo jornal Le Monde, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, afirma que Hugo Chávez "late mais do que morde", e que isolá-lo não é uma opção.

A Venezuela poderia até representar ameaça para a região, mas seu isolamento não é uma solução, frisa Amorim, em mensagem confidencial que deixa às claras posições de políticos brasileiros em relação ao presidente Chávez, ao mesmo tempo em que evidenciam divergências entre Brasil e Estados Unidos sobre relações diplomáticas com a Venezuela de Chávez.

Celso Amorim, afirma num arquivo datado de março de 2007 que "a orientação política de Hugo Chávez não é a do Brasil, e que os brasileiros não se sentem ameaçados por ele.

Mas o ministro da Defesa Nelson Jobim tem visão bem diferente, percebendo sim a Venezuela como "nova ameaça" à estabilidade regional.

"Os brasileiros consideram plausível uma incursão militar de Chávez num país vizinho, por seu caráter imprevisível", diz um telegrama confidencial de 2008. Por causa disso foi criado um conselho de defesa sul-americano que serve para "enquadrar a Venezuela e outros países da região em uma organização comum que o Brasil possa controlar".

Ainda segundo os documentos, os Estados Unidos e o Brasil competem pela influência na América Latina e as relações brasileiras com a Venezuela estiveram no centro das preocupações americanas, o que ficou evidenciado com o embargo dos Estados Unidos, em 2005, à venda de aviões brasileiros Super Tucano à Venezuela.

"O Brasil acha que está em concorrência com os Estados Unidos e desconfia das intenções americanas. (...) O Brasil tem necessidade quase neurótica de ser igual aos Estados Unidos e de ser percebido como tal", afirma outro telegrama confidencial de novembro de 2009.

A antecipada escolha de Antonio Patriota, ex-embaixador do Brasil em Washington, como ministro das Relações Exteriores da presidente eleita Dilma Rousseff não mudará este rumo, publica o jornal Le Monde.

Em novembro de 2009, um documento americano diz que "embora Patriota conheça bem os Estados Unidos e esteja pronto para trabalhar conosco, não o fará numa perspectiva pró-americana, mas com base no nacionalismo tradicional da diplomacia brasileira".

O Brasil havia digerido mal o embargo americano à venda dos aviõnes Super Tucano à Venezuela (o governo de Caracas terminou comprando aviões Sukhoi Su-30 de origem russa) e chegou inclusive a tentar negociar com os Estados Unidos uma espécie de permuta, segundo a informação publicada por Le Monde.

Em outra passagem destacada pelo jornal francês, o embaixador brasileiro na época, em Caracas, propôs a seu par americano que se os Estados Unidos autorizassem a venda dos Tucanos, Brasília apoiaria a organização não governamental Sumate que, naquele momento, recolhia assinaturas para a realização de um referendo para tentar tirar do poder o presidente Chávez.

Chinês não corta unhas da mão há 28 anos para controlar temperamento

O chinês Wen Jian, de 41 anos, que mora em Changle, na província de Fujian, disse que deixou de cortar as unhas da mão esquerda aos 13 anos de idade para controlar seu temperamento, já que vivia se envolvendo em brigas, segundo o site britânico "Orange News".

Hoje, uma das unhas de Jian mede 35 centímetros de comprimento, o que impede que ele fique com o punho fechado. "Quando era jovem, eu era muito mal-humorado. Eu era muito agressivo e sempre me metia em encrenca", afirmou.